Infobot

“ou Você fala sobre seu negócio… ou alguém vai falar no seu lugar”

Infobot header image 1

Infobot - A Internet como Mídia

Junho 19th, 2008 · No Comments

Difundir a mensagem e a marca do Cliente na Internet requer conhecimento e monitoramento dos perfis e comportamentos dos internautas e de sua experiência ao acessar o conteúdo, através de várias ferramentas, a fim de obter um resultado eficiente e significativo.

Este é meu trabalho, a Criação e Manutenção de Campanhas Publicitárias On-Line, integrando as diversas áreas e contribuindo para atingir resultados.

Para as Agências ofereço uma parceria onde podemos trabalhar juntos com seus clientes na criação de Campanhas Interativas que funcionem. Assim posso oferecer a Agência em suas campanhas online o suporte necessário, para que ela possa ter uma solução competitiva para oferecer a seus clientes.

Assim aguardo um contato para que possamos discutir como posso contribuir com sua agência e seus clientes.

Apresentação Conceitual da Infobot

→ No CommentsTags: Opiniões

Entendendo a Terminologia da Publicidade na Internet e do Google Analytics

Junho 17th, 2008 · No Comments

Muitos clientes ficam confusos quando se trata de medir o resultado de uma campanha na Internet. Embora o Google Analytics seja uma excelente ferramenta pata monitoramento das campanhas na Internet, é importante que o cliente entenda não só os números mas principalmente o que eles significam em termos de Branding, exposição da marca e dos produtos.

Assim elaborei um glossário fácil de entender para que os clientes possam se familiarizar melhor com a metodologia de medição de resultados que a Internet, e o Google, proporcionam.

Visitantes únicos : Número absoluto de Internautas que acessaram o Site. Desconsidera os acessos feitos de uma mesma máquina, pois podem representar a mesma pessoa acessando novamente o Site. De forma geral representa o número de pessoas, indivíduos únicos, que foram expostos à marca e ao conteúdo.

Visitantes : Total de Internautas que acessaram o Site, independente do número de páginas. Representa o número de acessos efetivos ao Site, ou seja, a audiência do Site.

Páginas : Número total de páginas do site que foram exibidas nos acessos dos Internautas. Representa a exposição total do Site, ou seja, quantas vezes a marca e o conteúdo foram expostos.

Tempo no Site : Tempo médio em que os Internautas permanecem durante cada acesso ao Site. Quanto maior significa que os Internautas estão passando mais tempo expostos a marca e ao conteúdo.

Novas Visitas : O Percentual de Internautas que acessaram o Site pela primeira vez. Quanto maior este número mais a marca e o conteúdo estão se difundindo para novos consumidores.

Páginas por Visita : Número médio de páginas do site que cada visitante acessou durante uma visita. Quanto maior este número, mais interesse o usuário teve em navegar no conteúdo do site antes de sair.

Taxa rejeição : Percentual médio de pessoas que saíram do site na primeira página. Quanto menor este número significa que mais usuários estão sendo cativados pelo conteúdo e indo para outras páginas antes de sair do Site.

→ No CommentsTags: Notícias

New York Times vai abrir seu conteúdo

Junho 6th, 2008 · No Comments

Enquanto algumas empresas, como a Globo no site globo.com, criam mecanismos para evitar a cópia de seu conteúdo, outros gigantes do Jornalismo e da Mídia impressa seguem o caminho natural da Internet e abrem seu conteúdo livremente.

Na semana passada, o norte-americano “The New York Times” anunciou que quer ter seu conteúdo presente em blogs, lojas virtuais e até em mapas do Google Earth. A idéia é “abrir o site do Times para o conteúdo fazer parte da internet”. Listas de eventos, resenhas de restaurantes e receitas de culinária já publicados estão sendo organizados para poderem ser “combinados” com outros sites. Você acessa o Google Earth e vê os restaurantes que o jornal já resenhou em um determinado local. Se ficar interessado, pode clicar em um link para ler se o estabelecimento foi bem avaliado ou não.

“Estamos em transição para, de site de notícias, virarmos uma plataforma que distribui notícias”, explicou o responsável pela área de tecnologia do Times, Marc Frons, para a Agência Estado.

Em uma decisão pioneira, o jornal anunciou na última quarta-feira que liberará os códigos que possibilitam acesso a seu conteúdo, conhecidos como APIs, para programadores externos - e também do jornal - desenvolverem as “combinações mais diversas”. Onde isso vai parar? “Tudo depende da capacidade e da imaginação da comunidade de desenvolvimento e do próprio ‘The New York Times’”, diz Frons.

Essa iniciativa se soma a outras que estão fazendo do tradicional jornal norte-americano uma das maiores referências na web mesmo com a mudança de hábito do público, principalmente os mais jovens, que consomem cada vez mais informação em blogs e redes sociais.

O “Times” está presente no Facebook e em breve também poderá ser acessado no MySpace e no Orkut, por exemplo. “Temos de ir aonde as pessoas estão”, diz. “Os jornais não podem mais ser só jornais. Têm de ser produtores de conteúdo para todas as mídias”, afirma Frons.

Veja a entrevista concedida a Agência Estado :

AE - Como surgiu essa idéia de disponibilizar as APIs do site do ‘Times’?
FRONS - Em setembro eliminamos a necessidade de assinatura, que exigia que as pessoas pagassem para acessar o acervo. O site passou a ser mantido por anúncios. Agora, com a abertura dos códigos APIs, queremos distribuir e combinar o nosso conteúdo a outros endereços da web, fazer com que ele se torne parte de toda a rede. Ou seja, utilizar todos os recursos que a rede tem para “combinar” nossos conteúdos.

AE - Como isso acontecerá na prática? Será possível ter as notícias do jornal no Google Maps, por exemplo?
FRONS - Os mapas são uma das aplicações principais. Mas iremos além. Será possível selecionar, filtrar, visualizar, combinar e personalizar notícias e informações já publicadas. Dará ainda para combinar nossas informações com conteúdo gerado pelo usuário.

AE - Isso mudará a forma como o usuário acessa o site do ‘Times’ ou é mais para colocar as notícias do ‘Times’ em outros sites?
FRONS - Em um primeiro momento não mudará a forma como o site é acessado. Mas permitirá utilizar parte do conteúdo de maneiras que não são possíveis hoje.

AE - Como? Em outros sites, como em blogs ou sites de compras?
FRONS - Sim. Um blog poderá trazer links para as nossas notícias relacionadas com um post publicado. Se o leitor se interessar, clica e acessa nosso site. Em uma loja virtual, por exemplo, podemos combinar o nosso conteúdo aos produtos à venda. Quando a pessoa for comprar algo, poderá clicar em um link para ver a resenha do produto. Mas isso depende de acordos comerciais. Para blogs não iremos cobrar, mas, para grandes portais, aí sim haverá um modelo de negócio.

AE - Vocês disseram que, em um primeiro momento, serão liberados arquivos relativos a eventos, restaurantes e receitas. E o resto?
FRONS - Temos uma lista extensa de APIs sobre as quais já estamos trabalhando. Para o resto do conteúdo, aprenderemos com o processo para definir se abrimos tudo ou não. Ninguém sabe exatamente a resposta. Vamos ver como funciona, avaliar como as pessoas e a comunidade de desenvolvedores reagem.

AE - Esse anúncio vem de encontro a outras ações do jornal para levar seu conteúdo pela web afora. Vocês já estão no Facebook e devem estar em breve no MySpace e no Orkut… O objetivo é resgatar o público, principalmente os jovens?
FRONS - Você precisa ir aonde o usuário está. É preciso se adaptar aos locais onde ele consome notícias. Se eu tivesse 24 anos e a forma como me informasse fosse por links enviados por amigos no Facebook, o jornal também precisa estar lá.

Mas ainda não há uma grande demanda por notícias do ‘Times’ no Facebook (são só 1,5 mil usuários ativos no serviço).

Creio que nenhum desses aplicativos será grande isoladamente. Uma das razões de estarmos abrindo nossas APIs é que precisamos de múltiplas entradas para os nossos conteúdos. Você não pode fazer aliança só com o Facebook, o Orkut ou outro grande site. Você precisa estar em todos os lugares.

AE - Se o usuário acessa as notícias em outros sites e não no site do ‘Times’, isso é lucrativo?
FRONS - Muitos aplicativos como os do Facebook e do MySpace são apenas uma forma de as pessoas se interessarem pela notícia e entrarem em nosso site. Isso por duas razões: 1) temos de ter dinheiro para conseguir pagar os jornalistas; 2) acho que no MySpace as pessoas não vão querer ler um texto completo.

AE - Mas haverá uma mudança de comportamento do leitor?
FRONS - É muito cedo para dizer. Há leitores que não irão mais até o site do jornal e acessarão nossas notícias de forma mais distribuída. E haverá pessoas que gostarão de ir diretamente ao nosso site e ver o que o “New York Times” tem a dizer em sua página principal. Queremos mudar a forma como apresentamos as notícias e envolvemos as pessoas para nos mantermos relevantes.

Um dos jeitos de fazer isso é apresentando-as de forma agregada: não só o conteúdo original do jornal, mas também os julgamentos dos seus amigos. Continuaremos a demonstrar nosso valor na medida em que temos sensibilidade editorial para organizar as informações mais relevantes e mostrar às pessoas o que é importante pensar, ler e aprender.

AE - Os jornais precisam buscar esse tipo de inovação hoje?
FRONS - Sim, caso não procurem já estão mortos. Os jornais não podem mais se ver como jornais, mas como provedores de conteúdo e notícias para qualquer mídia e plataforma. O desafio é encontrar um modelo econômico para o meio online. Porque sabemos que o impresso ainda leva a maioria dos anunciantes, no nosso caso 99% vem de lá. Mas o impresso está em declínio. Precisamos que o online cresça muito mais rápido. Está muito claro que a internet será o principal meio de anúncios para a mídia.

Texto Original da Agência Estado

→ No CommentsTags: Notícias

A TV perde audiência para a Internet

Junho 4th, 2008 · No Comments

Em uma entrevista ao Bem Paraná Wolf Maya na Novela Duas Caras, e do último capítulo que foi ao Ar.

Um dos aspectos interessantes da entrevista é que ele commenta sobre a classificação etária : “…O que atrapalhou desde o início foi que tivemos o olhar regulador do Ministério Público, com novo sistema de classificação etária. A pole dance foi nossa primeira vítima e tivemos que sacrificar Alzira…”. A classificação tende a ser uma tônica nas TVs e em outras mídias, em articular nas abertas.

Outro aspecto bastante relevante foi a pergunta : “Você acha que as novelas perderam audiência para outras mídias?”.

Wolf Maya respondeu com bastante sinceridade : “— Sem dúvida. Era para a novela ter dado 10 pontos a mais. Hoje as pessoas ficam mais tempo no computador. Faz parte do nosso tempo. Nos próximos anos, quero ver como a TV aberta se comporta e no próximo projeto ver como posso absorver isso para trazer de volta o espectador espontâneo, que não paga pela programação.escuras.”.

Este é um fenômeno que vem sendo sentido fortemente pela Televisão, a redução de audiência com a inserção dos telespectadores na Internet.

→ No CommentsTags: Notícias

YouTube como ferramenta de Marketing e Divulgação

Junho 2nd, 2008 · No Comments

O YouTube se tornou famoso pelos vídeos pitorescos e engraçados que milhões de pessoas produziram e carregaram em suas páginas. Mas assim como o YouTube mudou para melhor com a compra pelo Google, os usuários e espectadores também se aprimoraram.

Hoje o YouTube se tranformou em uma importante ferramenta de Marketing e E-Learning, permitindo que vídeos digitais sejam produzidos e distribuidos de forma fácil e rápida. Assim no lugar daquela velha apresentação PowerPoint que você leva para seu cliente, você pode produzir um Vídeo, mais moderno, interessante e conceitual, e enviar o link para seu cliente, colocar em seu site, divulgar de multiplas formas, e de quebra deixá-lo a disposição de milhões de pessoas na Internet.

Além disso o YouTube é hoje uma das mais importantes ferramentas de Marketing Viral, em função de sua capacidade de multiplicação do vídeo, e da ferramenta de busca que incorpora, permitindo ao Internauta, literalmente, descobrir seu vídeo.

A InfoBot está iniciando um projeto para levar todo seu material para o YouTube, seja suas apresentações mais corriqueiras, seja informações mais conceituais, difíceis de serem colocadas em texto ou em apresentações tradicionais.

Além disso estaremos integrando o trabalho de nosso Blog com o YouTube, um conceito que estamos difundindo entre nossos clientes pois une as duas mais importnates ferramentas e Publicidade na Internet, criando uma mídia integrada de Conteúdo. 

O primeiro é uma homenagem a um e-lebraty que surgiu com o YouTube, Gary Brolsma, que tornou o Grupo O-Zone igualmente famoso, com a musica Numa Numa. Divirta-se assistindo a “Numa Numa Fever”

→ No CommentsTags: I-mídia · Marketing Viral

Cuidado, A Publicidade na Internet é o Presente, você é que talvez seja o Passado

Maio 30th, 2008 · 2 Comments

PARE E PENSE : Um Garoto Gordo e Feio cantando para uma WebCam, pode ter mais audiência do que a Novela da Oito da Rede Globo ?

Se você acha que não, pare tudo que está fazendo e leia este artigo, se tem dúvidas leia agora, se acha que sim, mas nao sabe como, é melhor ler assim mesmo.

Muitas empresas e agências, encaram a Publicidade na Internet como o Futuro.

Infelizmente só vão perceber que ele é Presente quando seu concorrente transformar seu Negócio, sua Propaganda e sua Agência em Passado.

Um dos fatores que “seguram” os clientes é que a Internet é por natureza seletiva. A Mensagem tem que ser direcionada a um Público Alvo bem Definido e a peça publicitária tem que ser inteligente, ter conteúdo e ser criativa.

No comercial de TV se a agência fizer um péssimo comercial, a peça publicitária é apresentada mesmo assim, e o cliente tem a sensação que fez propaganda para milhões de pessoas ( todas entediadas com o que viram, mas viram ). O Cliente também não define o público alvo pois joga a propaganda ao vento para milhões de pessoas, gasta centenas de milhares de Reais e fica feliz.

O fato é que conhecer o público alvo, criar um a peça publicitária inteligente, com conteúdo e criatividade, é a idéia mais básica do Marketing e da Publicidade, mas como tudo na TV emburrece, também a publicidade segue este caminho.

Além disso, a completa falta de monitoramento dos resultados da Publicidade no Rádio, jornal e TV, é confortável para muita gente. Se eu gasto dinheiro e estou acostumado que não sei o resultado, então está ótimo para todo mundo.

Mas quando vou criar Publicidade para 40 milhões de Brasileiros na Internet, eu tenho que conhecer meu cliente, ser inteligente, criativo, gerar conteúdo, e ainda assim vou saber exatamente o resultado disso tudo, contar cada pessoa que assistiu e se influenciou com minha propaganda ? Há isso não tem a menor graça, e se der errado ? Como é que eu fico ?

É por isso que o mercado publicitário ainda navega na Internet como se ela fosse o Futuro, e seu Cliente também, afinal você ainda acredita que :

A MicroSoft é a Maior empresa de software do Mundo

Na verdade o Google já é a maior empresa de Software do Planeta

Não se constrói uma Empresa Bilionária em poucos anos

Bem, o pessoal do YouTube fez isso

A TV ainda é a maior audiência no Brasil

Ops, você é que não conhece os números. O Vídeo “Evolution of Dance” tem uma audiência de 80 milhões de pessoas, e o “Nuna Nuna” uma audiência superior a 15 milhões de pessoas.

A audiência média total da Novela das Oito da Rede Globo gira em torno de 20 milhões de espectadores ( mas note : é uma estimativa estatística do Ibope, ao contrário dos números absolutos do YouTube ).

O Rádio e a TV são as mídias de mais rápida resposta

Parece que não, uma recente pesquisa mostrou que mais de 85% dos Jornalistas tem a Internet como Fonte :-)

Se você não estiver ativo e presente na Internet ( o que vai muito além de ter um Site Institucional bacana feito em Flash ), alguém, talvez um Blogueiro de 20 anos, vai se posicionar no seu lugar, e quando você achar que o futuro chegou, vai ter que pagar muito caro por ele, ou porquê seu negócio vai ser dominado por um Blogueiro e você vai pagar uma fortuna para anunciar no Blog dele, ou porquê seu concorrente já ocupou este espaço e você vai ter que gastar uma fortuna para competir pela audiência dele.

A Publicidade na Internet é o Presente, está acontecendo agora, e se você acha que Publicidade na Internet é o Futuro, talvez seus conceitos é que já sejam Passado.

P.S. : Se você ainda não está convencido assim ao Vídeo Nuna Nuna no YouTube, onde um Nerd cantando para uma WebCam, que tem uma audiência de mais de 15 milhões de pessoas ( em média na Grande São Paulo, 3 milhões de pessoas assistem a um capítulo da Novela da Oito da Globo ).

→ 2 CommentsTags: I-mídia · Marketing Viral · Notícias

Campanha 2008 e o Uso da Internet

Maio 29th, 2008 · No Comments

Recentemente fiz um artigo falando dos motivos pelos quais a Campanha 2008 utilizaria amplamente a Internet e que o TSE não proibiria, nem teria como proibir o uso de Blogs e Mídias Sociais, ou mesmo Web Marketing na Campanha 2008.

Este é um tema fundamental pois a melhor opção de Publicidade na Campanha Eleitoral de 2008 é a Internet. Principalmente por tratar-se de elição de Prefeitos e Vereadores, que na maioria serão eleitos em Pequenos Municípios e Regiões onde o custo da Campanha na Mída tradicional pode ser muito elevado.

Além disso como a Legislação impede uma série de atividades anteriormente usadas, os partidos tendem a investir em algo mais controlável como a Internet.

Para deixar mais claro o assunto, e introduzir um especialista na questão, reporduzo abaixo o texto extraído da Revista Consultor Jurídico, escrita por “Alexandre Atheniense” e intitulada “Eleitor pode fazer propaganda do candidato na internet”, que mostra claramente que o uso dentor das regras eleitorais é permitido.

“Apesar da recente polêmica que surgiu a partir da promulgação da Regulamentação 22.718 do Tribunal Superior Eleitoral para as eleições 2008, que foi amplamente debatida na televisão, órgãos de imprensa, blogs e vídeos na internet, onde foi alardeado que aquele tribunal havia proibido a propaganda eleitoral e a manifestação pessoal do cidadão pela internet irrestritivamente.

É preciso esclarecer que existe um grande equívoco. Urge diferenciar o conceito de propaganda eleitoral, que é um ato político que é emanado pelo candidato, partidos ou agentes públicos e a manifestação espontânea que é de atribuição do cidadão. O TSE apenas regulamentou a primeira hipótese. A garantia constitucional da liberdade de expressão permanece intacta.

É importante salientar também que a resolução, relatada pelo ministro Ari Pargendler, não foi endereçada a todos os usuários da internet, pois depreende-se da ementa: “dispõe sobre a propaganda eleitoral e as condutas vedadas aos agentes públicos em campanha eleitoral”.

Portanto, aqueles que não são considerados agentes públicos não estão alcançados por esta Resolução. Agentes públicos são pessoas que de uma maneira ou de outra prestam um serviço público. Estão compreendidos por este conceito, desde os titulares de um cargo público até aqueles que se vinculam contratualmente com o poder público como é o caso dos concessionários.

O interesse do legislador não foi censurar a internet, até porque os efeitos práticos desta medida são inexeqüíveis em países democráticos, mas sim coibir abusos através da mídia digital.

A Resolução 22.178 não menciona expressamente qual modalidade de propaganda eleitoral na internet é permitida para os agentes públicos e candidatos, mas apenas os procedimentos que são vedados ou proibidos.

A vedação na divulgação de sites na internet existe apenas para os candidatos que estão limitados a divulgar a sua campanha por meio da sua página oficial. Por este motivo, o candidato está proibido de criar páginas oficiais de campanha em sites de relacionamento, o que não impede a mesma iniciativa por parte de seus simpatizantes.

Como a norma não menciona expressamente que estratégias eleitorais, como enviar correios eletrônicos, mensagens eletrônicas por celular, criar perfil em rede social ou divulgar no site do candidato vídeos comentando suas metas, estes procedimentos de campanhas são válidas.

É importante lembrar que a Lei 9.504/97 preceitua no artigo 41, que toda propaganda eleitoral deverá ser exercida nos termos da lei e não nos termos das resoluções do TSE. Este tribunal não tem o poder normativo para exorbitar a sua competência visando agir como repressor ou delimitador da liberdade de expressão do cidadão comum, ou mesmo para criar uma norma forma de impor limites a propaganda eleitoral.

O artigo 45 parágrafo terceiro da Lei 9.504/97, estendeu as proibições existentes para os meios de comunicação em massa tradicionais — imprensa escrita, radio e televisão — aos sites mantidos pelas empresas de comunicação social na internet e demais redes destinadas à prestação de serviços de telecomunicação de valor adicionado. Ou seja, empresas que exploram serviços comercialmente com suporte na área de telecomunicações. É o caso de uma operadora que possui um serviço de salas de bate-papo via sms ou portais wap que necessariamente não utilizam a internet como plataforma tecnológica.

Portanto, as afirmações sobre o eventual cerceamento de liberdade de expressão exercido pelo TSE quanto aos atos praticados pelo cidadão na internet durante as eleições de 2008 não procedem. As eventuais restrições que existem alcançam apenas os candidatos e agentes públicos e demandam estar mencionadas expressamente na regulamentação ou por resposta através do colegiado às consultas endereçadas aquele tribunal.”

Sobre o autor : Alexandre Atheniense é advogado em Belo Horizonte, presidente da Comissão de Tecnologia da Informação do Conselho Federal da OAB e coordenador do curso de Pós Graduação em Direito de Informática da ESA OAB-SP.

→ No CommentsTags: Notícias

O que impede grandes empresários de investir na Publicidade

Maio 29th, 2008 · No Comments

A mídia internet apresenta um desenvolvimento constante que alcançou, em 2007, uma marca de 40 milhões de usuários, ou seja, um crescimento de cerca de 21% em relação ao ano anterior, segundo o IAB (Interective Adversiting Boreau).

Esse fato aproxima a rede cada vez mais de outros veículos de comunicação como rádio e TV, em relação ao número de usuários. A publicidade online cresce, mas não com a mesma magnitude da mídia online em si e apresenta, até o momento, um avanço muito inferior ao esperado pelo mercado que investe em anúncios publicitários.

Mas enfim, quais são os motivos que atrasam o crescimento publicitário na internet e fazem com que essa mídia tenha apenas 3% dos investimentos totais em propaganda?

São vários os motivos. Entre eles está a constatação de poucos cases de sucesso por parte dos investidores, ou seja, não existem casos que comprovem que investir em publicidade na internet traz um ótimo ROI (Retorno dos investimentos).

Tal comprovação faz com que muitos executivos fiquem confusos, porém, pode-se explicar de forma simples: como o retorno dos investimentos é proporcional ao volume dos valores aplicados e a internet é uma mídia relativamente barata, torna-se difícil perceber resultados expressivos ao apostar nesse veículo, se comparados aos investimentos em outras mídias, porém, graças às suas métricas precisas, fica claro que quem investe não se arrepende, pois, mesmo o retorno sendo menor que em outras mídias como jornais e revistas, ele é certeiro.

Quanto à idoneidade dessa mídia, constata-se que ela adquiriu, com o passar dos anos, um grau de seriedade mais elevado, pois, antigamente, os profissionais que dirigiam essa indústria, eram conhecidos por serem jovens, por possuírem pouco controle sobre os processos do mercado e por incentivar a criatividade e não a disciplina. Hoje, homens, como os fundadores do Google, mostram ao mundo que o negócio não é apenas sério, é também um setor seguro para se investir.

Muitos executivos sabem que um dos atrativos da mídia online é poder focar no cliente certo, porém, poucos reconhecem seus próprios públicos. Essa dificuldade em selecionar os alvos, interfere diretamente na decisão de investir ou não, pois ao ficar na dúvida, torna-se mais fácil apostar em uma mídia de abrangência geral como jornais, revistas e outdoors ao invés de investir em pesquisas que visam selecionar seus públicos.

Porém, o que esses empresários não sabem é que, mesmo sem o total conhecimento sobre seu público-alvo, eles podem utilizar a internet para testar a melhor área de atuação, devido à flexibilidade de mudar o rumo durante o processo que essa mídia proporciona, ou seja, errou na mensagem, pode-se deletar tudo e colocar uma nova proposta.

Considero que, cada barreira que surge contra os anúncios na internet, não só é superada como essa mídia também mostra-se um dos melhores veículos para a publicidade, tanto pela versatilidade em lidar com diferentes públicos quanto por oferecer baixo custo.

Quem nunca apostou por ter receios de arriscar em algo novo, hoje, está cada vez mais convicto que, direcionar seus negócios à internet é uma opção muito lucrativa, segura e certeira, para quem deseja focar seus clientes de uma forma simples, inovadora e de qualidade.

Texto Original Publicado no Financial WEB por Dominic de Souza - Country Manager da DQ&A.

→ No CommentsTags: Notícias

O Prêmiio EPpy Awards e os destaques da internet nos EUA

Maio 29th, 2008 · No Comments

Para quem ainda não ouviu falar, o EPpy Awards já tem 13 anos e prêmia para os melhores produtos de mídia na internet.

Este ano os destaues foram :

O New York Times que ganhou três prêmios.
O USA today que ganhou dois prêmios.
A CNN que levou o prêmio Knight de inovação.

Além disso outras empresas se destacaram :

Melhor blog de negócios : NYtimes/DealBook

Melhor site de entretenimento : People.com

Melhor site de notícias : NYTimes.com

Melhor site de esportes : USAToday.com

Melhor uso de vídeo : TV Guide Online

→ No CommentsTags: Notícias

Mais uma compra no universo digital - A CBS adquire a CNet

Maio 29th, 2008 · No Comments

Estamos em uma fase de consolidação das grandes companhias de Intermet, Entretenimento e Telecomunicação. Este processo é um reflexo da convergência das tecnologias, que aos poucos vai quebrando todas as barreiras da Mídia, caminhando para um futuro próximo onde o Conteúdo ( Programas, Livro, Músicas, Cursos, etc.. ) estará disponível em qualquer formato ( Internet, Celular, Televisão, Rádio, etc… ). Quando chegarmos a isso não haverá mais fronteiras, somente conteúdo e audiência.

A gigante de televisão, redes de cabo e entretenimento, a Norte-americana CBS assinou um acordo para comprar a CNet numa operação de cerca de 1,8 mil milhões de dólares.

Com esta compra, a CBS pretende reforçar a sua presença nos negócios de Internet já que a CNet detém ativos diversificados, entre os quais alguns sites de conteúdo especializado visitados por milhões de pessoas em todo mundo.

Segundo os analistas, o negócio que não representa um grande esforço financeiro para a CBS, e vai ajudar a companhia a reposicionar-se no mundo da comunicação, saindo de ativos de televisão e radiofonia para reforçar seus ativos no mundo da Internet.

→ No CommentsTags: Notícias